sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

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Musica gospel.


MÚSICA GOSPEL AGORA É MANIFESTAÇÃO CULTURAL



musica-gospel
A partir do dia 10 de janeiro de 2012, a música gospel brasileira passou a ser considerada oficialmente como manifestação cultural. O reconhecimento consta na Lei 12.590/2012 e foi publicada no Diário Oficial da União. Mas o que muda no cenário deste estilo musical já está estabelecido no país?

Depois de a lei ter sido sancionada pela presidenta Dilma, as músicas gospel passam a enquadrar-se nos critérios necessários para receber os benefícios da Lei Rouanet, que prevê o incentivo a atividades culturais. 

O projeto inicial foi apresentado ao Senado pelo ex-deputado Bispo Robson Rodovalho e aprovado em dezembro do ano passado. Em sua justificativa o bispo defendeu que a música gospel é uma vertente vinda de tradições norte-americanas e tem se disseminado no meio dos jovens brasileiros. 

Dessa forma, agora a nova lei introduziu um artigo na Lei Rouanet (8.313/1991) e reconhece a como manifestação cultural "a música gospel e os eventos a ela relacionados exceto aqueles promovidos por igrejas".

Acusações no mundo da musica

ACUSAÇÕES NO MUNDO DA MÚSICA PODEM CAUSAR PROBLEMAS AO KINGS OF LEON E THE HORRORS



the-horros-kings-of-leonA história do universo musical sempre foi marcada por polêmicas e até alguns escândalos. Agora, os artistas da vez são os da banda Kings of Leon, que estão sendo acusados de copiar a modelagem das suas camisas e o vocalista do The Horrors, que está sendo acusado de agredir um fã.

Quem fez a acusação a respeito da cópia foi feita no blog da No Age  denunciando a semelhança entre a arte das camisas e fazendo uma reclamação explicita ao fato ocorrido. Piorando a situação, o Kings of Leon publicou uma nota em seu site dizendo: "Design de camisas feitas pelos reis de originalidade. Boa aparência!" 

Hoje a revista Spin  publicou uma matéria mostrando as duas camisas e deixando claro que a No Age começou a vender camisas em 2007 e a Kings of Leon em 2009. 

A acusação que envolve Faris Badwan é com certeza mais grave. De acordo com uma testemunha que se diz ocular, ele teria dado um soco em um fã chamado Jake Nolan, durante o show realizado em Liverpool. Em entrevista à NME , Guy Pete, que viu a confusão, disse que a banda estava tocando e sem motivo aparente, Faris socou o rapaz. A banda The Horrors nega que tal fato tenha ocorrido. 

Em sua defesa o porta-voz da banda, disse que havia alguém causando confusão durante o show e Faris apenas lhe deu um peteleco. 
Provavelmente as confusões e acusações não vão parar por aí, cabe às bandas ter um pouco mais de cautela para saber lidar com os fatos de forma que não venham manchar a sua própria imagem.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Vídeo aulas.


Ae galerinha, eu estava aqui pensando, como falar de musica sem dar uma assistência básica pro pessoal que gosta de tocar né. Pensando nisso vou buscar vídeo-aulas e tutorias com dicas sobre musica e instrumentos em geral. O primeiro dessa lista já esta pra sair, é sobre a musica Sou humano da cantora gospel Bruna Karla, é uma vídeo aula ensinando a tocar essa linda musica.

O vídeo foi postado originalmente pelo site do Cifraclub.com.br, o professor neste vídeo se chama Patrick Blancos (ótimo musico e violonista) uma de suas musicas se chama Escreva Uma Carta.(só procurar no YouTube). Bem sem mais delongas ai vai a vídeo aula. Qualquer duvida só comentar e me add no FaceBook: Matheus Aragão (foto com violão e camisa preta). Valeu galera boa aula ai. ^_^

Configurações



Sou Humano

Bruna Karla

 Bruna Karla
Tom: E
  
Intro 2x: E5  A5(9)  C#m7  A5(9)

E5                                    A5(9)
   Deus mais uma vez segura em minha mão
                                C#m7
Minha alma aflita pede tua atenção
                                     A5(9)
Cheguei no nível mais difícil até aqui
     B4
Me ajude a concluir
E5                                         A5(9)
  Quando penso que estou forte fraco eu estou
                                         C#m7
Mas quando reconheço que sem Ti eu nada sou
                           B4
Alcanço os lugares impossíveis, me torno um vencedor
E                                        A5(9)
 Estou sentindo minhas forças indo embora
                                    C#m7
Mas Tua presença me renova nessa hora
                      B4
 O  Senhor vem, e me leva além
E                                   A5(9)
 O meu sonho de chegar está tão longe
                                   C#m7
Sou humano não consigo ser perfeito
                    B4
O Senhor vem, e me leva além

E A5(9) (repete)

(passagem)
A5(9)                         B4
  Me ajude a usar com minha fé

Sou pequeno eu não sei ficar de pé
 C#m7
Sou dependente, tão dependente
   B/D#                 (passagem)
O vem Senhor ao meu favor
F#m7(11)/C#                     E/G#
  Me ajude a ousar com minha fé
                                       A5(9)
Sou pequeno eu não sei ficar de pé Me dá sua mão,
                     B4
Me tira do chão Vem me ajudar

E                                        A5(9)
 Estou sentindo minhas forças indo embora
                                    C#m7
Mas Tua presença me renova nessa hora
                      B4
 O  Senhor vem, e me leva além
E                                   A5(9)
 O meu sonho de chegar está tão longe
                                   C#m7
Sou humano não consigo ser perfeito
                    B4
O Senhor vem, e me leva além

F                                        Bb5(9)
 Estou sentindo minhas forças indo embora
                                    Dm
Mas Tua presença me renova nessa hora
                     C
O Senhor, vem, e me leva além
F                                   Bb5(9)
 O meu sonho de chegar está tão longe
                                    Dm
Sou humano não consigo ser perfeito
                             C
Vem Senhor, vem, e me leva além

Um pouco de historia.

De viola a violão

Livro de pesquisadora carioca revela detalhes sobre a história do instrumento mais popular da MPB, da sua chegada ao Brasil até as primeiras décadas do XX

  • Quando chegou ao Brasil, ele se chamava viola. O tempo passou, seu corpo aumentou, ganhou as seis cordas. O violão, como ficou conhecido, já foi visto como instrumento de malandro, mas, durante a década de 1920, passou a ser reivindicado como um elemento inerente à identidade nacional, sentimento que se reforçou no fim dos anos 1950, com a bossa nova. “É preconceito supor-se que todo o homem que toca violão é um desclassificado. A modinha é a mais genuína expressão da poesia nacional e o violão é o instrumento que ela pede”, já dizia Lima Barreto pela voz do personagem Policarpo Quaresma, em “Triste fim de Policarpo Quaresma”, publicado pela primeira vez em 1911.
    O passar das décadas confirmou o que o escritor carioca previra: o instrumento se afirmou como bem indissociável da cultura brasileira. Aqui, o som produzido pelas seis cordas embalou os ritmos mais variados. “Ele esteve na base do acompanhamento dos gêneros de canção lírica e satírica, modinha e lundu; posteriormente na seresta, no samba-canção, na bossa-nova”, diz Marcia Taborda, professora da Escola de Música da UFRJ. Segundo ela, o acústico balançou as discussões nacionalistas travadas na segunda metade do XX: “essa época foi marcada pela busca do que é nosso. Na afirmação de uma identidade nacional, o violão foi eleito o timbre mais característico, ‘o alto-falante da alma nacional’”.
    Apesar de desempenhar um papel de protagonista na música popular brasileira, o instrumento tem uma história pouco explorada pelos pesquisadores nacionais. Movida pela necessidade de preencher esta lacuna de informações sobre o passado do violão, Taborda se debruçou sobre o tema e produziu o livro “Violão e identidade nacional”, contemplado pelo Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música (2010).
    “Meu primeiro objetivo foi documentar a trajetória do instrumento buscando mapear os seus primeiros passos na cidade do Rio de Janeiro”, diz a pesquisadora à Revista de História. O foco do trabalho é a chegada do violão de seis cordas, no século XIX, até a sua popularização nas primeiras décadas do XX. Para abarcar o período, a professora precisou investigar os antepassados do violão, de modo que estejam presentes na obra dados sobre a história da viola, desde sua vinda para o Brasil, no século XVI.
    Levou anos para que o violão chegasse ao status que tem hoje. Nessa trajetória, cruzaram seu caminho muitos músicos dispostos a dar-lhe o prestígio merecido, como Catulo da Paixão Cearense, João Pernambuco, Quincas Laranjeira, Villa-Lobos. Foi pelas mãos destes e de outros mestres que o olhar sobre o instrumento foi mudando, assim como o jeito de tocá-lo, de modo a criar, por exemplo, uma tradição brasileira de violonistas enraizada principalmente no Rio de Janeiro.
    “Essa tradição foi sendo trazida aos dias de hoje como um passar de bastão”, diz Taborda. E exemplifica: “Quincas Laranjeira considerado um grande mestre do instrumento nos anos de 1920/1930 foi professor de Antonio Rebello, músico português responsável pela formação de violonistas como Jodacil Damaceno e Turíbio Santos, todos destacados virtuoses do instrumento atuantes sobretudo na chamada música de concerto. No entanto, destaca-se ainda um outro ramo estabelecido também a partir de Quincas: seu aluno Levino Conceição foi mestre maior de Dilermando Reis, violonista e compositor popular que exerceu grande influência no meio violonístico carioca.”
    Como toda amante da música, Taborda tem seus violonistas favoritos: Andrés Segovia e Raphael Rabello. Mas, no mês em que o fundador da bossa nova João Gilberto completa 80 anos, a pesquisadora não deixa de lembrar a importância do músico para a MPB: “João Gilberto reuniu, como nenhum outro músico, um extremo apuro e preciosismo na relação canto e acompanhamento; sua realização neste sentido é criativa, perfeita e inigualável”. Mas, apesar dos elogios, ela observa que “se pensarmos na trajetória do acompanhamento do samba como feito pelos regionais que atuaram até os anos de 1950, a síntese de João Gilberto representou para o executante não especializado uma padronização empobrecedora para a levada do samba, gênero cujo acompanhamento ao violão se caracteriza pela infinita riqueza e possibilidade de articulação rítmica”
    .

Musica News.

Fala ae galerinha como já devem estar sabendo sou o novo autor aqui do blog, a pedidos ( incessantes de Daiane <3) eu concordei em participar, bom como estou vendo Gabriel já esta postando sobre games e fazendo as análises de previas e tudo mais, o que não me deixou muita opção né rs, então vou escrever sobre o que eu conheço, MUSICA. Vou postar aqui as noticias da musica nacional e internacional de todos os estilos, claro que alguns estilos não me agradão mas vou me atentar somente as noticias e artigos. E aqui vai o primeiro post.

Apresentação de Bruno Mars em Belo Horizonte é cancelada



Bruno não toca em BH, mas a turnê brasileira está confirmada
A Malab Produções e a XYZ LIVE divulgaram um comunicado oficial nesta quinta-feira (19) informando o cancelamento da apresentação que cantor Bruno Mars faria no dia 26 de janeiro no Mineirinho, em Belo Horizonte.
O show na capital mineira foi cancelado por questões logísticas, mas Bruno Mars estará no Summer Soul Festival em São Paulo dia 24 de janeiro, no Rio de Janeiro dia 25 de janeiro e Florianópolis dia 28 de janeiro, conforme agenda já divulgada.
Informações sobre ressarcimento do valor total do ingresso serão dadas através do telefone 4003-1212, opção 5 e do site Ingresso Rápido (SAC).

Cenários para MSN ²






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